http://www.nominuto.com/esporte/outros-esportes/prefeitura-do-natal-garante-espaco-para-corredores-de-rua/46622/
A Prefeitura do Natal vai oferecer um novo espaço para a prática de corrida de rua e caminhada. Em ação que envolverá várias pastas, com coordenação da Secretaria Municipal de Esporte, Juventude e Lazer (Sejel) e apoio da Polícia Militar, a Avenida Campos Sales, no bairro do Tirol, terá uma de suas vias interditadas para que a população possa realizar atividades físicas.
A ideia surgiu após movimento na rede social Twitter, denominado "Quero um lugar para correr". Os praticantes reclamavam da falta de espaços dedicados à corrida de rua e caminhadas.
De acordo com o projeto, a partir de 1º de março, a Avenida Campos Sales terá uma de suas vias fechadas no período das 19h às 21h, às segundas, quartas e quintas-feiras.
A interdição se dará do clube América à Rua Potengi. Serão montadas tendas com a presença de professores de Educação Física e técnicos da Secretaria Municipal de Saúde.
"Graças ao irrestrito apoio da prefeita Micarla de Sousa, foi possível mobilizar toda a Prefeitura para a concretização dessa iniciativa. Além dos que já praticam este tipo de atividade física, em breve conseguiremos atrair mais adeptos, chamando também a atenção de pessoas sedentárias", declarou o secretário de Esporte, Tertuliano Pinheiro. "A Campos Sales será o nosso primeiro passo. Depois, vamos levar este projeto para as zonas Sul e Norte", completou.
"O principal ponto a ser ressaltado é a segurança. Antes, corríamos entre os carros. Agora, com este projeto da Sejel, teremos um lugar adequado para a prática de corrida. Temos certeza que a Campos Sales passará a reunir alunos de várias academias", comemorou o professor Walter Molina, diretor da empresa Natal Runner, que conta com vários atletas.
Na última segunda-feira (1º), uma reunião foi realizada na Sejel e contou com a presença do secretário municipal de Meio Ambiente e Urbanismo, Kalazans Bezerra, além de representantes da Semsur, Semob, SMS e Polícia Militar. Semopi e Semdes também serão parceiras do projeto. Um novo encontro está marcado para o dia 23 deste mês, para definição dos últimos detalhes para o início das atividades.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Maratona : 4.ª semana de treino
O treino começou com :
1)12 tiros de 400m com intervalo de 1 minuto em um ritmo de 1 minuto e trinta e oito segundos. No CAIC;
2)10 km (moderado). Em Petrópolis;
3)12 km (leve). Não pude realizar;
4)18 km (longo). No Alphaville. 9 voltas de 2 km.
Terminei a semana devendo 12 km.
Distância percorrida na semana : 38 km.
1)12 tiros de 400m com intervalo de 1 minuto em um ritmo de 1 minuto e trinta e oito segundos. No CAIC;
2)10 km (moderado). Em Petrópolis;
3)12 km (leve). Não pude realizar;
4)18 km (longo). No Alphaville. 9 voltas de 2 km.
Terminei a semana devendo 12 km.
Distância percorrida na semana : 38 km.
domingo, 7 de fevereiro de 2010
+ Corrida

+ Corrida
Pensamentos no Asfalto, Relatos de Provas e Dicas de Treinamento
Autor: Rodolfo Lucena
Preço : 34,00
Nesta obra, o editor de Informática da *Folha* e ex-sedentário Rodolfo Lucena compartilha aventuras, experiências e descobertas que foram vividas e adquiridas através da prática da corrida. O título reúne textos publicados tanto no jornal impresso, quanto em seu blog ao longo dos últimos três anos: são relatos pessoais de superação e conquistas, textos informativos, reflexões, entrevistas com corredores profissionais e amadores, curiosidades, dicas de saúde e sobre treinamento. A publicação é ao mesmo tempo um convite e um incentivo para todos aqueles que já correm ou que desejam começar a correr.
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Por que é difícil adaptar-se a um estilo de vida saudável

http://www2.uol.com.br/vyaestelar/estilo_de_vida_saudavel.htm
por Renato Miranda
Parece incrível, mas com a mesma intensidade com que as pessoas desejam uma vida mais saudável, as mesmas desistem rapidamente de tudo aquilo que prometeram a si. Dificuldade na rotina, desânimo, falta de orientação profissional e outros tantos motivos são alegações frequentes e o desejo de uma vida saudável é deixado de lado.
De fato é natural que isso aconteça, pois quando almejamos desenvolver nossa saúde é preciso uma modificação de nosso estilo de vida e essa tarefa realmente não é simples. Portanto, para que tenhamos condições de colocar em prática nossas intenções de melhorar nossa saúde é preciso programar e preparar nossa mente para adaptarmos a um novo estilo de vida.
A mente humana naturalmente busca fortalecer comportamentos que nos proporcione conforto e isso é fácil para nós. Ninguém tem dificuldades de relaxar em um sofá e tampouco recusar um petisco considerado gostoso, mesmo sem fome.
Quando iniciamos um programa de exercícios físicos e paralelamente um controle alimentar, na verdade estamos inaugurando um novo estilo de vida (aí está o significado da palavra de origem grega dieta) e, portanto, um processo de adaptação é gerado pelo organismo.
Essa adaptação é feita tanto em termos físicos como psíquicos. O organismo entra em um verdadeiro choque interno para tentar manter o equilíbrio interno (homeostase) e como consequência surgirão dores musculares, percepção de membros pesados, pequenas alterações do humor, sono, concentração e outros.
Por outro lado, percebemos que os benefícios e objetivos concretos, como perda de peso, por exemplo, não são atingidos na velocidade que pensávamos. Nesse processo de adaptação é preciso que mantenhamos firmes em nosso propósito porque é através dessa etapa (ou fase) que providenciaremos um organismo resistente.
Em resumo, para que possamos criar resistência física e psicológica com relação ao tempo de duração (volume), intensidade do exercício físico e novo comportamento alimentar é necessário ultrapassar uma fase de adaptação que exige persistência, motivação e concentração.
Nesse sentido, preparar a mente para atingir esse verdadeiro objetivo (mudar o estilo de vida), passa fundamentalmente em ser persistente motivado e concentrado. Muitas pessoas que estão começando esse desafio me perguntam, mas então como e o que fazer?
Resposta rápida e consciente: cumprir o programa físico e alimentar pacientemente, não pensar nos objetivos finais, mas no processo de treinamento do dia a dia, resistir às possíveis dificuldades iniciais e perceber prazer na nova rotina e como o exercício em combinação com a alimentação pode transformar a vida.
Quando a pessoa começa a emagrecer e se fortalecer concretamente é o sinal que um novo estilo de vida está surgindo aí então, tudo ficará psicologicamente mais fácil e natural. Começar e não interromper o programa físico e alimentar é sem dúvida o melhor comportamento, as consequências positivas físicas e psicológicas vêm com o tempo e é assim que colocamos nossos planos em prática.
Quem fica esperando a próxima segunda-feira chegar para dar início ao novo estilo de vida dá o primeiro passo para o fracasso, quem não deixa para o amanhã dá o primeiro passo para o sucesso. Dia após dia, pacientemente, alegremente uma nova rotina se estabelecerá e tudo ficará mais fácil.
Para terminar é bom lembrar que viver com saúde depende de nosso nível de exercício físico e boa alimentação e os mesmos não são compulsórios. São para a vida toda, ou seja: é um estilo de vida!
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Caminhos da vida
Rodolfo Lucena
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/eq0402201004.htm
Certa feita entrevistei um corredor que sabia exatamente o que pretendia fazer naquele dia, no seguinte e por aí afora. Conforme o planejado, iria correr por cerca de duas horas em volta de um cemitério perto de sua casa. Uma vez por mês, faria uma prova de até dez quilômetros, para testar a velocidade, e uma vez por ano, enfrentaria uma maratona, seu alvo máximo.
Trata-se de Ed Whitlock, um engenheiro de minas aposentado que se tornou a primeira pessoa de mais de 70 anos a completar uma maratona em menos de três horas -feito que realizou em 2003, aos 72 anos, no Canadá, onde mora.
Ele pode ser único em suas conquistas, mas sua fé no planejamento é compartilhada por muitos corredores, especialmente maratonistas, que organizam planilhas de treino de longo prazo e visualizam objetivos com meses -às vezes, anos- de antecedência. Um amigo meu já sabe as maratonas que fará neste ano e no próximo -eu mesmo, anos atrás, cheguei a planejar detalhadamente meu calendário de maratonas e ultras até 2012.
Nada deu certo. Lesões, compromissos profissionais, desejos outros e poderes os mais diversos se conjuminaram em diferentes oportunidades para fazer com que planos feitos e consolidados tivessem que ser refeitos, revistos, repensados, reorganizados ou terminantemente abandonados.
É a dureza e a beleza da vida, que não respeita projetos nem planilhas. Para cada um de nós, é duro aceitar tais mutações, conviver com o singelo fato de que a roda da fortuna não gira somente a nosso favor ou por nossas demandas e desejos.
Também isso, tal como o ritmo da corrida e a leveza da passada, é algo que o corredor -qualquer um de nós- precisa aprender, mesmo se irritando ou sofrendo no processo.
Por mim, decidi correr sem objetivos, metas, alvos. Procuro não mirar em uma maratona mais desejada ou idealizar uma ultra dos meus sonhos. Corro a cada dia pensando em ficar bem, tentando estar pronto para aproveitar as oportunidades que eventualmente apareçam -afinal, como diz o ditado gaúcho, se o cavalo passa encilhado, há que montá-lo.
Já não tenho na ponta na língua a resposta para a pergunta "qual é a próxima?". E não é fácil aceitar isso. Afinal, uma das características do corredor é ser movido a desafios, treinar dia a dia confiando que o esforço será recompensado com um desempenho feliz em uma prova sonhada, em que vai arrebentar a boca do balão. Em contrapartida, sofre ao ponto de entregar-se à depressão se algo o tira dos treinos, dificulta sua corrida, embaralha sua planilha tão milimetricamente estruturada.
Nem tanto ao mar, nem tanto à terra. Planejar pode ser bom, mas há que admitir o imponderável de almeida, o que é uma contradição em termos, pois como pode alguém se preparar para o inesperado?
Talvez correndo. Colocando um passo na frente do outro, sabendo que cada passo traz em si uma incerteza, uma dúvida, um desafio. E um caminho.
RODOLFO LUCENA, 52, é editor de Informática da Folha, ultramaratonista e autor de "Maratonando, Desafios e Descobertas nos Cinco Continentes" (ed. Record) e de "+Corrida" (Publifolha)
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/eq0402201004.htm
Certa feita entrevistei um corredor que sabia exatamente o que pretendia fazer naquele dia, no seguinte e por aí afora. Conforme o planejado, iria correr por cerca de duas horas em volta de um cemitério perto de sua casa. Uma vez por mês, faria uma prova de até dez quilômetros, para testar a velocidade, e uma vez por ano, enfrentaria uma maratona, seu alvo máximo.
Trata-se de Ed Whitlock, um engenheiro de minas aposentado que se tornou a primeira pessoa de mais de 70 anos a completar uma maratona em menos de três horas -feito que realizou em 2003, aos 72 anos, no Canadá, onde mora.
Ele pode ser único em suas conquistas, mas sua fé no planejamento é compartilhada por muitos corredores, especialmente maratonistas, que organizam planilhas de treino de longo prazo e visualizam objetivos com meses -às vezes, anos- de antecedência. Um amigo meu já sabe as maratonas que fará neste ano e no próximo -eu mesmo, anos atrás, cheguei a planejar detalhadamente meu calendário de maratonas e ultras até 2012.
Nada deu certo. Lesões, compromissos profissionais, desejos outros e poderes os mais diversos se conjuminaram em diferentes oportunidades para fazer com que planos feitos e consolidados tivessem que ser refeitos, revistos, repensados, reorganizados ou terminantemente abandonados.
É a dureza e a beleza da vida, que não respeita projetos nem planilhas. Para cada um de nós, é duro aceitar tais mutações, conviver com o singelo fato de que a roda da fortuna não gira somente a nosso favor ou por nossas demandas e desejos.
Também isso, tal como o ritmo da corrida e a leveza da passada, é algo que o corredor -qualquer um de nós- precisa aprender, mesmo se irritando ou sofrendo no processo.
Por mim, decidi correr sem objetivos, metas, alvos. Procuro não mirar em uma maratona mais desejada ou idealizar uma ultra dos meus sonhos. Corro a cada dia pensando em ficar bem, tentando estar pronto para aproveitar as oportunidades que eventualmente apareçam -afinal, como diz o ditado gaúcho, se o cavalo passa encilhado, há que montá-lo.
Já não tenho na ponta na língua a resposta para a pergunta "qual é a próxima?". E não é fácil aceitar isso. Afinal, uma das características do corredor é ser movido a desafios, treinar dia a dia confiando que o esforço será recompensado com um desempenho feliz em uma prova sonhada, em que vai arrebentar a boca do balão. Em contrapartida, sofre ao ponto de entregar-se à depressão se algo o tira dos treinos, dificulta sua corrida, embaralha sua planilha tão milimetricamente estruturada.
Nem tanto ao mar, nem tanto à terra. Planejar pode ser bom, mas há que admitir o imponderável de almeida, o que é uma contradição em termos, pois como pode alguém se preparar para o inesperado?
Talvez correndo. Colocando um passo na frente do outro, sabendo que cada passo traz em si uma incerteza, uma dúvida, um desafio. E um caminho.
RODOLFO LUCENA, 52, é editor de Informática da Folha, ultramaratonista e autor de "Maratonando, Desafios e Descobertas nos Cinco Continentes" (ed. Record) e de "+Corrida" (Publifolha)
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Maratona : 3.ª semana de treino
O treino começou com :
1)12 tiros de 400m com intervalo de 1 minuto em um ritmo de 1 minuto e quarenta segundos. No CAIC;
2)14 km (moderado). Em Petrópolis;
3)16 km (longo). Não pude realizar;
4)10 km (leve). Não pude realizar.
Só consegui realizar dois dos quatro treinos programados. Terminei a semana devendo 26 km.
Distância percorrida na semana : 22 km.
1)12 tiros de 400m com intervalo de 1 minuto em um ritmo de 1 minuto e quarenta segundos. No CAIC;
2)14 km (moderado). Em Petrópolis;
3)16 km (longo). Não pude realizar;
4)10 km (leve). Não pude realizar.
Só consegui realizar dois dos quatro treinos programados. Terminei a semana devendo 26 km.
Distância percorrida na semana : 22 km.
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