segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Meia Maratona 1´54´´35´´´



A meia começou com alguns minutos de atraso (só pra variar). O número de participantes era razoável (600). Larguei junto com Nivaldo e fomos correndo no mesmo ritmo até o 10 km.

No primeiro km notei que a marcação da quilometragem estava presente apenas no chão (não existiam placas) e para quem não corre com um relógio que tenha GPS, tal sistema de marcação dificulta o acompanhamento do ritmo de prova, pois se você perde a marcação no chão, você perde a referência.

Os dois primeiros km foram no ritmo (1 km = 5´07´´ e 2 km = 5´13´´). O 3 km era uma subida (só existiam duas boas subidas no percurso) e o ritmo caiu um pouco (3km = 5´36´´), mas era uma subida “fácil” de superar. Nos quilômetros seguintes o ritmo foi constante (4km= 5´19´´; 5km=5´00´´; 6km =5´07´´; 7 km=5´05´´; 8km=5´05´´; 9km=5´01´´ e 10km=4´55´´). Terminei os 10 km em 51´28´´.

Nos quilômetros seguintes, dois fatores abalaram meu ritmo de corrida (sol forte e a falta de treino). A meta de terminar a meia em 1h e 50min exigia um grande esforço para superar esses obstáculos e resolvi deixar a meta para uma próxima oportunidade.

Junto com esses dois fatores, não consegui visualizar a marcação da quilometragem no chão o que causou uma quebra de referência, pois não sabia em que ritmo estava correndo. Corri do 11 ao 15 km a 5`25`` em média. No 16 km, visualizei novamente a marcação da quilometragem no início da segunda ladeira da corrida, esta ladeira era bem difícil de superar, bem íngreme, completei o km em 6`26`` (uma queda acentuada no ritmo). No 17 km tentei voltar ao ritmo normal de corrida (5`34``) que mantive por mais dois quilômetros (5`32`` e 5`42``). Nos dois quilômetros finais (5`51`` e 5´59´´), só pensava em cruzar a linha de chegada e terminar a prova. Consegui concluir com 1`54``35``.

Terminei bem. Com o cansaço natural de quem correu os 21 km. A prova foi boa. Quase todo o percurso era plano, mas faltaram placas com a marcação por quilometragem e, além disso, faltou água em alguns postos de hidratação e no final.

Wendell 01:37:01
Francimar 01:39:25
Edmilson 01:43:43
Nivaldo 01:49:51
Flávio 01:50:45
Emanuel 01:54:30
Cláudio 01:58:33
Assis 02:08:15

sábado, 29 de agosto de 2009

Meia Maratona - Preparação


Hoje, estamos partindo para João Pessoa (10 corredores), onde no domingo (30/8), iremos correr a meia maratona. Dos 8 que vão para correr a meia, apenas 1 um deles espera completar a prova acima das duas horas, todos os outros pretendem correr abaixo das 2 horas, e os mais treinados, pretendem correr em 1 e 30 minutos.

Eu faço parte do grupo intermediário (por falta de treino). Infelizmente, não cumpri a planilha de treinos nas últimas semanas, pulei alguns longões, deixei de fazer os tiros, os treinos intervalados, mas tenho duas metas : a) a primeira é terminar abaixo das 2 horas (essa eu pretendo cumprir); b) a segunda meta é concluir a prova em 1 h e 50 min (essa eu não estou tão confiante pela falta de treino, mas quem sabe).

No mais, pretendo terminar bem a prova, sem nenhum esforço exagerado, até porque preciso chegar inteiro à Natal para agüentar a correria da semana. Se for possível, vou cumprir as metas, caso contrário, outras oportunidades virão.

Sete mitos sobre o consumo de água


http://veja.abril.com.br/020909/sete-mitos-consumo-agua-p-124.shtml
Anna Paula Buchalla

O corpo humano é composto de 60% de água. Ela participa de praticamente todos os processos orgânicos: da regulação da temperatura ao bom funcionamento do cérebro e dos músculos.

Por isso hidratar-se – repor a água perdida na urina e na transpiração – é tão vital, como não se cansam de dizer os médicos. Tornou-se comum, no entanto, afirmar que a ingestão de água traz outros benefícios. Diz-se, por exemplo, que ela desintoxica e até ajuda a emagrecer. Ainda não há comprovação científica dessas teses. E, como ressaltam alguns especialistas, ingerir água em excesso pode causar prejuízos ao organismo. VEJA elencou os equívocos mais comuns sobre esse tema.

1 - O que se diz: beber bastante água ajuda a eliminar toxinas do organismo
O que se sabe: a função de filtrar toxinas da corrente sanguínea é dos rins; portanto, a questão aqui é saber se água em grande quantidade melhora a função renal. "A resposta é não", diz a nefrologista Maria Eliza do Amaral Carvalho, do Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo. "O fato de uma pessoa ingerir muita água não faz com que seus rins filtrem mais e melhor"

2 - O que se diz: para uma hidratação correta, é preciso ingerir 2 litros de água, ou oito copos, por dia
O que se sabe: a recomendação de 2 litros de água por dia não tem nenhum fundamento científico. E não há prova nenhuma de que a ingestão abundante de água seja benéfica – pelo contrário. "Muita água faz mal ao organismo", diz o nefrologista Elias David-Neto, do Hospital das Clínicas de São Paulo. Em demasia, ela sobrecarrega os rins e causa a eliminação excessiva de sais minerais, principalmente sódio e potássio, essenciais para o equilíbrio orgânico. Recomenda-se beber líquidos no mesmo volume de calorias consumidas. Para uma dieta de 1 200 calorias, 1,2 litro de água. "Não precisamos de mais água do que a sede solicita", afirma. É preferível tomar pequenas doses ao longo do dia a ingerir uma grande quantidade de uma vez. E deve-se lembrar que os alimentos também ajudam na hidratação

3 - O que se diz: muita água é sinônimo de pele mais bonita e saudável
O que se sabe: "essa tese não faz sentido", escreveu recentemente, num editorial do Journal of the American Society of Nephrology, o médico americano Stanley Goldfarb, um dos principais especialistas no assunto. "A água que se ingere é distribuída para todo o corpo. Apenas uma parte ínfima termina na pele." Somente o contrário é correto: a desidratação faz com que a pele perca o viço

4 - O que se diz: água ajuda a emagrecer
O que se sabe: o melhor seria dizer que água ajuda quem está de dieta, por dois motivos: ela não tem calorias e dá a sensação de saciedade. Alguns copos de água certamente tirarão a fome, mas esse efeito dura muito pouco. "Para quem está de dieta, uma forma melhor de obter água e saciar-se é por meio de frutas e vegetais", diz a nutricionista Suzana Bonumá, de São Paulo

5 - O que se diz: ao praticar exercícios físicos, é preciso beber muita água para recuperar o que foi perdido
O que se sabe: por muito tempo, a recomendação do Colégio Americano de Medicina Esportiva era que os atletas deveriam tomar o máximo possível de líquidos durante o exercício físico para evitar a desidratação. Agora, o que se sabe é que água em excesso provoca a diluição do sódio. É o mineral que ajuda a conduzir os impulsos elétricos para os músculos, inclusive o do coração. A falta de sódio pode deflagrar dor de cabeça, desorientação e até parada respiratória

6 - O que se diz: água com gás hidrata menos e ainda causa celulite
O que se sabe: a água com gás hidrata tanto quanto a sem gás. E isso vale tanto para as naturalmente gaseificadas como para as gaseificadas artificialmente. Nenhuma delas causa celulite. "O que favorece a celulite é o açúcar dos refrigerantes, e não o seu gás", diz o dermatologista Francisco Le Voci

7 - O que se diz: a alta concentração de minérios das águas minerais pode causar pedras nos rins quando seu consumo é frequente
O que se sabe: não existe uma relação direta entre o consumo dessas águas e a calcificação dos sais nos rins. E isso mesmo em regiões onde as águas são mais pesadas, obtidas de fontes ricas em sais de cálcio. Ao contrário, uma quantidade maior de água é indicada a quem tem propensão ao problema

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

A estrada Rio - Santos será percorrida pelos competidores que disputarão a 600K São Paulo - Rio de Janeiro em outubro

http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Atletismo/Corrida_de_Rua/0,,MUL1222611-16723,00-PROVA+K+ENTRE+SAO+PAULO+E+RIO+DE+JANEIRO+SERA+REALIZADA+EM+OUTUBRO.html

A principal rodovia escolhida para a prova foi a Rio-Santos. Mas as peculiaridades de cada região serão exploradas e cada trecho, já demarcado, irá exigir habilidades específicas dos corredores, que serão submetidos a corridas em asfalto, terra, praia, subidas, descidas e até a trechos em mata fechada. Nas três noites do evento, as equipes serão alojadas em postos pré-determinados, nos quais se submeterão a avaliações clínicas, irão jantar uma massa e terão toda a estrutura para recuperar as energias. Os postos de descanso serão em São Sebastião, Angra dos Reis e Rio de Janeiro.

A "Corrida SP - RJ, Desafio dos 600K", será disputada por 20 equipes, cada uma com 12 atletas (dez titulares - com o mínimo de três mulheres -, além de um reserva para cada sexo). A prova é destinada a atletas amadores, que não competem profissionalmente há mais de dez anos. Os critérios para as escolhas da equipes já foram definidos.

Serão oito times de São Paulo e quatro do Rio de Janeiro, montados por assessorias esportivas pré-selecionadas dessas cidades. Essas assessorias têm a missão de reunir o maior número de corredores para avaliar os mais capacitados. Em um primeiro momento, apenas para se inscrever no processo seletivo, o parâmetro mínimo para os homens é ter resultados de 10k abaixo de 45 minutos ou meia maratona em pelo menos 1h45m. Para as mulheres, são 10k em 50 minutos ou meia maratona em 1h55m.

Ainda serão montadas mais quatro equipes regionais, que serão escolhidas depois de apurados os resultados de provas que serão realizadas pela empresa que organiza o evento em Porto Alegre, Curitiba, Brasília e Belo Horizonte. Três equipes receberão convite da organização e a principal patrocinadora do evento também terá seu time inscrito. Até dia 31 de agosto todos os competidores estarão definidos.

- Nós traçamos uma meta de 17 horas de prova por dia. Como esse tempo não poderá ser ultrapassado, criamos esse primeiro corte mínimo para iniciarmos a seleção dos atletas. A prova não é para qualquer um - avisa Paulo Carelli, organizador do evento

Pelas metas estipuladas pela organização, cada equipe percorrerá cerca de 200 km nos três primeiros dias de prova, e no domingo faltarão apenas os últimos 10 km. Já estão demarcados os trechos a serem percorridos e, em média, cada atleta da equipe correrá, cerca de 20 km por dia, entre sexta-feira e sábado.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

750 atletas disputam a 8ª Meia Maratona, no próximo domingo

http://www.iparaiba.com.br/noticias,163849,5,750+atletas+disputam+a+8+meia+maratona+no+proximo+domingo.html

A Secretaria de Juventude, Esporte e Recreação (Sejer) confirmou a inscrição de 750 atletas para a disputa, no próximo domingo (30) da 8ª Meia Maratona Cidade de João Pessoa. A largada está marcada para às 7h, do Busto de Tamandaré. Segundo o secretário adjunto de Esportes, Ricardo Prado, o percurso e o trajeto sofreram poucas modificações com relação a prova do ano passado, permanecendo com um total de 21.097 quilômetros. A grande novidade é a inclusão da passagem pela Estação Cabo Branco, Ciência, Cultura e Artes.

Os inscritos na disputa vão sair do Busto de Tamandaré em direção ao Hotel Tambaú, subirão pela Avenida Rui Carneiro (sentido centro) e entram na Avenida Epitácio Pessoa, na altura do antigo Posto Free Way. Na Epitácio (sentido praia-centro) fazem o retorno no semáforo em frente ao Royal Trade Center e seguem novamente pela Epitácio Pessoa (sentido centro-praia) até a Localiza, entrando na Avenida Juiz Amaro Bezerra. No final da Juiz Amaro Bezerra entram à direita na Avenida Cairú e imediatamente à esquerda na rua Francisco C. Araújo, pegando o final da Beira-Rio, após o girador do Altiplano. Na Beira-Rio (sentido praia) os atletas entram à direita na Avenida Cabo Branco em direção a Estação Ciência. Na Estação Ciência fazem o retorno e seguem pela Avenida Cabo Branco até o Busto de Tamandaré (chegada)

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Exercício pode viciar amador e profissional

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/saude/sd2108200901.htm

Estudo analisou esportistas de diversas modalidades, como futebol, natação, vôlei, atletismo, judô e ginástica olímpica

Pesquisa da Unifesp avaliou 200 atletas profissionais e 200 amadores; todos faziam atividades físicas ao menos cinco vezes por semana

FERNANDA BASSETTE e JULLIANE SILVEIRA - REPORTAGEM LOCAL

Uma pesquisa do Cepe (Centro de Estudos em Psicobiologia do Exercício) da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) aponta que 28% dos 400 atletas brasileiros avaliados em todo o país são viciados em exercícios físicos.

O estudo ouviu 200 atletas profissionais de elite e 200 praticantes amadores de atividade física -todos com horas de treino semelhantes e uma frequência mínima de atividades de cinco vezes por semana.

Os voluntários responderam a um questionário que abordava tolerância da prática e abstinência na falta de exercícios, o quão importante é a atividade no quadro social do esportista e o quanto o atleta seria capaz de abrir mão da prática esportiva em função de outras atividades.

"Há algumas linhas de pesquisa nessa área, e alguns estudos têm mostrado que atletas com compulsão por exercícios têm sintomas de abstinência semelhantes aos de viciados em outras drogas", afirma o professor de educação física Vladimir Modolo, autor do estudo.

Foram avaliados atletas de diversas modalidades, como futebol, vôlei, atletismo, judô e ginástica olímpica. A maior predominância de dependência foi encontrada entre praticantes de esportes individuais -como corrida, natação, musculação e ginástica olímpica.

"Ainda tentamos avaliar o porquê. A hipótese é que, quando o indivíduo pratica exercício individualmente, há uma cobrança muito maior. No coletivo, a divisão de responsabilidade ameniza o risco", diz.

O vício pode ocorrer por duas vias. A primeira, de origem psicológica, está atrelada a outros distúrbios como anorexia (transtorno alimentar) ou vigorexia (transtorno psiquiátrico do culto ao corpo). Nesse caso, o esportista pode até não sentir prazer ao praticar a atividade física, mas o exercício é a ferramenta para se manter magro ou com o corpo definido.

Outro mecanismo está relacionado às substâncias aumentadas durante o exercício, como as endorfinas e a anadamida, que trazem sensação de euforia, de bem-estar e de analgesia.

"O corpo se acostuma com essas sensações e o organismo sente falta de um dia que a pessoa deixa de fazer o exercício. É um mecanismo de dependência, como acontece com outras drogas", explica o cardiologista José Kawazoe Lazzoli, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte.

É difícil identificar o excesso, já que o ritmo de exercícios varia de acordo com o indivíduo e com os objetivos da prática. "Geralmente, um dos primeiros sinais é deixar de cumprir algum compromisso profissional, familiar ou social. A família tem que estar atenta para identificar a situação", diz Lazzoli.

Nesse caso, é indicado procurar um médico para medir níveis hormonais e marcadores das substâncias aumentadas durante o exercício. Se o vício for diagnosticado, o tratamento deve ser multidisciplinar, com acompanhamento psicológico, uso de medicamentos e ajuste no ritmo de exercícios.

Um treinamento adequado, onde são respeitados o descanso e as variações fisiológicas, ajuda a prevenir o problema.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Melhore sua perfomance com treinamento adequado

http://www.ativo.com/Esportes/Pages/Melhoresuaperformancecomtreinamentoadequado.aspx

Por Felipe Romano. Preparador físico em São Paulo.

Quando começamos a treinar, uma das metas é melhorar os resultados por meio da melhora da performance e para isso é preciso treinamento adequad

Com a chegada do inverno e férias escolares, muitos corredores acabam deixando de lado os treinos, ou pelo frio que faz nessa época do ano ou por ficar mais tempo com os filhos. Mas nada está perdido, pois para aqueles que continuaram treinando, mesmo que menos do que de costume, pode recuperar a forma e também a performance nos treinos.

Quando começamos a treinar, uma das metas é melhorar os resultados por meio da melhora da performance e para isso é preciso treinamento adequado.

Dentro de uma periodização ou sessão de treino é importante que o corredor faça treinos específicos para atingir seu objetivo, um dos treinos mais conhecidos e utilizados para isso, são as sessões de treinos intervalados, que combinam estímulos fracionados e pausas, onde o corredor por meio de intensidades variadas pode alcançar melhores resultados. Um princípio básico para esse tipo de treino é respeitar a individualidade de cada corredor, pois cada um tem sua intensidade de treino.

O treino intervalado pode ser feito de várias maneiras, com tiros curtos e longos. A técnica aqui é introduzir na corrida, curtos ou longos períodos num ritmo mais elevado e mantê-lo por um período de tempo. Reduzir então o seu ritmo da corrida com um trote, até que se recupere, por exemplo, 2’x2’, dois minutos de corrida mais forte, por dois de trote, conhecido como uma pra um. O mesmo tempo do estimulo é dado também para a recuperação. Desta forma você impõe um esforço extra no seu treino habitual que conduzirá a uma melhoria na sua velocidade.

Benefícios
A curto prazo o treinamento intervalado proporciona:
- Aumento da captação de oxigênio;
- Maior tolerância a acidose (acido lático);
- Melhora do gesto motor;
- Redução da freqüência cardíaca e repouso.

Esses benefícios atuam diretamente para uma corrida mais econômica, onde, o custo energético para uma mesma velocidade é diminuído, fazendo com que se pratique o esporte com mais facilidade e melhor performance.

É importante que o corredor não exagere nas sessões de treinos intervalados, pois, ao invés de melhorar a performance, acaba com ela, podendo ate chegar a um overtraining.

Exemplo de treino intervalado

Treino 1 – 20’ sendo: 2’ FO/2’ LE (Aquecer 10’ antes e depois dos tiros)

Treino 2 – 10x400m FO/ 1’ LE (Aquecer 10’ antes e depois dos tiros)

Legenda: duração dos estímulos, por tempo e distancia, considerando o tempo em horas, minutos e segundos 0h0’00’’. FO – forte ritmo que o corredor deve realizar (85% - 90% da FCmax) / LE – leve ou lento, onde o corredor deve fazer a recuperação (65% - 75% da FC max). Treino 1: aquecer 10 minutos, 20 minutos de tiros, 2 minutos forte e recupera dois lento, desaquecer 10 minutos. Treino 2: aquecer 10 minutos e fazer 10 tiros de 400 metros num ritmo forte e em cada tiro descansar 1 minuto lento, desaquecer 10 minutos.