segunda-feira, 5 de abril de 2010

Ensina-me a subir... E a descer também!

Por Sérgio Xavier Filho

http://runnersworld.abril.com.br/materias/subidas/index.shtml

São 12 lições básicas para correr melhor e não se machucar em pirambeiras de terra e asfalto.

1. O problema
A subida cansa. A descida machuca. Musculação nas pernas é fundamental para ambas. Com treino específico, é possível render mais e evitar lesões.

2. Dica universal
Passada curta e corpo inclinado para a frente na subida. Na descida, alargue a passada e "flutue". O impacto na descida é maior quando se trava o movimento. Segurar a descida em nome da segurança: sim. Travar: não. O ideal é tentar descer sem "chapar" o pé no solo, tocar levemente o calcanhar no chão e aproveitar a parte da frente do tênis como uma mola.

3. Treine
Sofrer menos é questão de treino. Inclua uma ou duas sessões de subidas na planilha da semana (abaixo, quatro sugestões de Virginio). O corpo acostumará com o esforço e, no dia da prova, a piramba virará rampinha.

4. Economia
Na subida, evite jogar o pé para trás. É energia jogada fora. Quem consegue usar o primeiro terço do pé para subir aproveita melhor a impulsão.

5. Olha o braço
Os corredores só se lembram das pernas, mas os braços são fundamentais para a corrida eficiente. Na subida, como um pêndulo, eles devem acompanhar o movimento e passar na altura da cintura. Na descida, servem mais para manter o equilíbrio e acertar o centro de gravidade do corpo.

6. Como um cavalo
Muitos seguram a respiração na subida. Erro crasso. O corpo precisa de mais oxigênio. Para se lembrar disso, respire forte, como um cavalo.

7. Balão de ar
No fim de uma subida, nosso instinto é reduzir para retomar o fôlego. Não é necessário. A própria entrada no plano já dará a sensação de um terceiro pulmão. Não reduza o ritmo, que você receberá em segundos um balão de oxigênio. E retome as passadas na amplitude normal. Não é necessário mais passinho curto, muitos se distraem e seguem no plano como se estivessem subindo.

8. Pense
Sempre, antes de começar a subida ou descida, defina a estratégia. Se estiver no início de prova, dose a força na subida. Se for para descer forte, execute o que pensou. Tentar travar no meio do caminho pode render um belo tombo.

9. Viva a sujeira
Numa descida em trilha, a tendência natural é escolher o "lado limpo" da trilha. É justamente o mais escorregadio. Escolha a parte suja, com galhos, pedras, grama.

10. Sem derrapar
O tênis é como um pneu. Em uma descida, a virada brusca costuma terminar em acidente. Quando o tênis fica de lado, a escorregada é a lógica.

Se você não tem uma ladeira perto de casa onde possa treinar, use a inclinação da esteira da academia

sábado, 3 de abril de 2010

Meia Maratona de Fortaleza


www.meiamaratonadefortaleza.com.br
Dia 25 de abril
5 km, 10km e 21 km.

Maratona : 10.ª semana de treino

a) 8 km - Não realizado.
b) Tiro - Não realizado.
c) 10 km - Não realizado.
d) Fartlek.
e) 12 km - Não realizado.
f) 18 km.

Quilometragem semanal : 26 km

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Pensar não engorda

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/eq0104201006.htm

Fiquei chocado e indignado quando, ao chegar para meu treino na Cidade Universitária, vi a propaganda a gritar: "Não pense. Corra". O slogan da Nike, exposto nos relógios que indicam horário e temperatura, era até ofensivo à academia, templo da inteligência, da busca do conhecimento.
A propaganda propõe o oposto do que busco na corrida -um momento em que a mente possa descansar e voar, embalada pelo suor e pelas passadas.
Nos treinos, resolvo em pensamentos casos do trabalho, defino títulos, rascunho mensagens, imagino contos, medito sobre as dificuldades e as alegrias da vida e do amor ou simplesmente deixo a mente, os sentidos todos alertas e abertos para ouvir, cheirar, ver, compartilhar com o mundo o que o mundo quiser me dar.
Recomendar que o corredor não pense cheira a heresia: vai contra a natureza do próprio movimento, que exige raciocínio para existir.
A psicóloga do esporte Sâmia Hallage explica: "Existem comportamentos que estão condicionados, que fazemos automaticamente.
Mas, para que se tornassem automáticos, tivemos que pensar em algum momento.
Os movimentos da corrida podem estar automatizados, mas pensamos -e muito- quando corremos".
A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Tecnologias da Inteligência e Design Digital da PUC-SP, professora Lucia Santaella, ensina: "Só a morte nos levaria a parar de pensar. O pensamento, não necessariamente verbal, nos acompanha. Até mesmo o sonho é um tipo de pensamento".
Para o competidor, é essencial estar "focado", diz o especialista em treinamento Rodrigo Ferraz: "Quem está com o pensamento direcionado apenas para o que está fazendo leva vantagem sobre os que estão dispersos".
Não é de estranhar, então, que a campanha da Nike tenha suscitado críticas. A empresa pensou e resolveu modificar a propaganda do seu novo tênis de corrida -os cartazes colocados nos relógios da USP no início de março foram trocados no último fim de semana.
"O que se buscou com essa campanha foi valorizar um atributo do produto", diz o gerente de marketing da categoria running, Christiano Coelho. Mas não deu muito certo, admite: "Concordamos que pode haver um entendimento dúbio por quem não é desse universo da corrida. A gente está trocando para poder ter uma mensagem mais neutra, que evite qualquer mal-estar".
E tem outra: pensar não engorda, como me garante a nutricionista Patrícia Oliveira: "Também não emagrece, mas ajuda a refletir e acalmar. Ficamos menos ansiosos e, consequentemente, comemos menos".
Por isso, pense e corra. Ou corra. E pense.



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RODOLFO LUCENA , 53, é editor de Informática da Folha, ultramaratonista e autor de "Maratonando: Desafios e Descobertas nos Cinco Continentes" (ed. Record) e de "+Corrida" (Publifolha)

sábado, 27 de março de 2010

Descanso faz parte do treino

http://veja.abril.com.br/blog/saude-chegada/treinamento/descanso-faz-parte-do-treino/
Por Renato Dutra

A lesão sofrida por David Beckham, jogador de futebol inglês, me surpreendeu. Uma ruptura do tendão calcâneo (tendão de Aquiles), como aconteceu com Beckham, é típica de quem estava exigindo demais do corpo há um bom tempo, obrigando-o a trabalhar além do limite. Os corredores, principalmente os maratonistas, são exímios na arte de abusar do corpo.Uma frase que sempre escuto: “Eu estava me sentindo tão bem, que decidi fazer 15 quilômetros, em vez dos 10 quilômetros que meu treinador prescreveu.” É um aumento de 50% da carga de treinamento!

Agora, vamos projetar que este atleta faça isso uma vez por semana. Se somarmos a quilometragem “extra” ao longo de um ano, temos 260 quilômetros de excesso, sem mencionar o possível erro para mais nas intensidades e frequência semanal das sessões. É sempre melhor errar para menos, porque praticamos atividade física por prazer e pelos benefícios.

É preciso ter cuidado e observar os sinais que o corpo nos envia. Dores nas articulações, sensação de pernas pesadas e cansaço durante a atividade são sintomas claros de excesso de treinamento.

O descanso é importante para que o corpo se recupere e promova as adaptações que levarão o organismo a um patamar mais alto de condicionamento. O exagero interrompe e prejudica este processo, levando o praticante à exaustão. Descansar também faz parte do treino!

segunda-feira, 22 de março de 2010

Maratona - 9.ª semana de treino

Depois de várias semanas sem cumprir o cronograma de treinos, mudei novamente minha rotina para conseguir cumprir a meta de completar bem a maratona em julho.

Entrei na academia para realizar um fortalecimento muscular e aumentei os dias dedicados a corrida, passando a treinar seis vezes na semana.

1) 8 km
2) Tiros : Não pude realizar.
3) 10 km
4) Fartlek (8 km)
5) 12 km
6) 18 km

Quilometragem na semana : 56 km

quinta-feira, 11 de março de 2010

Maratona : 8.ª semana de treino

1) 12 x 400m x 1min x (1:40) : Não pude realizar.
2)14 km (moderado): Não pude realizar.
3)10 km (leve): Não pude realizar.
4)18 km (longo): Não pude realizar.